
" O amor não encontrava defeitos, apenas os transformava em pequenas imperfeições”.
E. s, Regina.
Eu queria muito entender de verdade, “o que você era para mim”. Não sabia justificar, o que sentia, só sabia que era algo que nunca havia sentido. Às vezes achava que não era forte o suficiente, para guardar aquele sentimento dentro de mim (...) Mas em outros momentos, tinha certeza que seria passageiro. E por isso, logo julguei uma “fase” na qual tive que me despedir do que restava de você aqui.
Tinha que admitir “Eu tinha muito medo, de que aquele tormento não tivesse fim”.Porque, havia em mim uma convicção de uma referência que me parecia eterna desrespeito a ti. Que com certeza, onde eu estivesse levaria comigo, como se fosse um fardo de um soldado em guerra. Não faço idéia, de se algum dia terei a coragem, de ti mostrar isso. Porque, não quero ser um freio nas tuas decisões, e nem um obstáculo nas tuas iniciativas.
Talvez, eu morre-se levando esse segredo, e alguém que mexia nas minhas coisas, encontraria, e teria pelo menos uma noção do que eu tentava explicar, porém nada disso precisava ser necessário, se eu resolvesse revelar os sentimentos para aquele que julgo amar.
AMOR SERÁ ESSA A PALAVRA?
“Algo que julguei tão indescritível, sem saber o que seria mesmo. Afinal, até então ninguém haveria justificado, se esse era “indecifrável”, e feito apenas para sentir, ou se apenas tínhamos destacado um sentimento perante ao demais.” Embora, não tivesse uma verdade por completa. Eu poderia afirmar que as sensações que carreguei comigo, eram fascinantes. E por isso julguei-as incomparáveis a qualquer outras.
Sinceramente, tinha que admitir que me culpava profundamente, por não poder ter arrancado “aquilo” de mim. E por não ter conseguido, perder as esperanças em ti ter mais vezes.Sim. “mais vezes!” Uma somente para mim não era o bastante, eu precisava de você, pois tinha me ensinado a ti amar. E não havia me fornecido nem uma pista, para ter ti esquecido.
Se continuava apaixonada, era porque você ainda dizia que me amava, e principalmente porque confiava na tua pessoa sem restrições. Contudo eu não conseguia retribuir da maneira que desejaria “ hoje’’. Pois, é como você falava:
“Porque seria que não tínhamos nos conhecido depois? Pois seriamos,
maduros o suficiente, para decidirmos o que queríamos e principalmente efetuarmos nossos sonhos”
Então,eu que ti pergunto: “Porque, não nos conhecemos depois?” Será que o destino quis assim? Ou fomos nós, que fizemos com que as coisas viessem a ser dessa forma?
Realmente eram vários questionamentos, e poucas respostas por completo, embora de algumas coisas eu tivesse certeza, como:
• Continuaria escrevendo em algum lugar para você, mesmo que a ti não viesse a chegar.
• Continuaria, perto de ti mesmo que ali não pode-se me ver.
• E certamente cumpriria com a promessa de ti amar, independente do que ocorresse .A cada dia que estivesse por vim.
26 de setembro de 2010 ; RES!
Nossa, e voce ainda fala de mim! você tem um dos poucos blogs em que eu gostei, em que eu reconheci talento. parabens a você, tá? estou te seguindo também, e saiba que sempre que eu puder, estarei visitanto seu blog, e fazendo comentários. mil beijos :*
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